quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Nem se fosse um despacho na encruzilhada.


Por 83 votos a favor, um contra e duas abstenções, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução pedindo ao Brasil que revise sua posição sobre a extradição do italiano Cesare Battisti. Lula saiu e o pacote-bomba ficou para a sua sucessora. Antes foi apenas a Itália, agora é a Comunidade Europeia que pede a extradição. Na Itália, o terrorista foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato de quatro pessoas, quando integrava o grupo radical: Proletários Armados pelo Comunismo na década de 1970.
Já que segundo a visão lulista para um mundo mais petista é que as pessoas devem respeitar as leis iranianas. É justo também, que respeitemos as leis italianas e extraditemos esse “ebó sinistro” para o seu terreiro de origem. Lá no Irã do Mamute Armanuclear, por exemplo, mulheres condenadas por adultério morrem apedrejadas e gays são enforcados em praça pública ou jogados de penhasco. E também, ladrão no mundo islâmico tem as mãozinhas cortadas. Poxa, seria muito nego cotó das mãos, se isso valesse no Brasil. Mas aqui temos uma forma mais eficiente de cortar mãos, pés e outras coisas: o voto.
O caso Battisti chegou ao Parlamento Europeu. Será que vai para o Tribunal Internacional de Haia? E agora José? Aliás, e agora Dilma? Vai desarmar essa bomba e ficar com essa cápsula de Césio? Ou Irá respeitar a resolução europeia? A Sra. manda na sua casa, assim como eu mando na minha. Então poderíamos nós mandar nas decisões italianas? Despache o ebó sinistro.

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