segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Assinem a petição civil de apoio ao povo egípcio.

Nossa contribuição é valiosa. Pode copiar esse link e acessar a petição.

https://secure.avaaz.org/po/democracy_for_egypt/?copy

Mamute Armanuclear, o vidente.


Em recente visão apocalíptica, o tirano-amigo lulóide disse que no mundo haverá grande mudança, e que o sistema vigente está em colapso. Poxa. Que novidade. Acho até que ele nunca leu um texto de Heráclito que disse: “Nada é permanente, exceto a mudança”. Disse ainda que as vigências do materialismo e da arrogância estão perdendo forças, graças a Alá e ao povo iraniano, que tem uma missão importante nesse contexto: explicar ao mundo sobre a divindade da revolução islâmica.
Ele deveria explicar também por qual motivo nas eleições de 2009, quando foi reeleito: 1. Os colégios fecharam cedo demais impedindo que muitos votassem; 2. Por uma pequena e suposta confusão causada pelo Ministério do Interior, mais de 40% dos colégios eleitorais de Teerã ficaram sem observadores; 3. Boa parte dos delegados dos outros dois oponentes eleitorais não atuou, visto que suas credenciais apresentavam erros, inclusive com alteração de fotos; e 4. Mesmo tendo sido confeccionado cerca de 5 milhões de cédulas extras, muitos não votaram pela falta delas.
O Egito sempre foi mal visto pelas outras ditaduras árabes, por sua proximidade com Israel e os EUA. As recentes manifestações são tidas como uma esperança para os fundamentalistas que vem nessa situação a possibilidade de fechar a conexão daquele país irmão com o “satânico Ocidente”. Por outro lado, esse povinho fica de orelha em pé, porque sabem que a força e o poder estão nas pessoas e que tudo tem limite, principalmente, para a opressão e costumes nefastos como o de mutilar as genitálias das meninas para que o único prazer que elas tenham na vida seja apenas a de gerar muitos filhos.
Assim como no nosso Carnaval, em que pessoas se aproveitam da multidão para praticar crimes; o caso do Egito não é diferente. Ao mesmo tempo em que sua população quer uma vida melhor, grupos radicais se aproveitam do momento para destituir uma ditadura em prol das suas. Mamute se acha o divino representante de Alá na Terra. Mas em seu país, segundo a ONG Human Rights Watch (HRW), mais de mil pessoas devem ser executadas em 2011. São pessoas envolvidas com narcotráfico, usuários de drogas pornografia, adultério e orientação sexual. E não há transparência na Injustiça iraniana. Ou seja, direitos humanos nem em sonho. Agora imagine uma praga dessas se espalhando pelo mundo? Dilma teria que usar burca ou xador e deixar a presidência para Temer.
Lula não poderia tomar seus quartinhos de cana. Nem Eduardo Campos se livraria do caso dos precatórios. Nem Arruda, nem Sarney com seus atos secretos, nem Severino Cavalcanti, nem Dirceu, nem Palocci, nem Genoíno, nem Collor, nem Jader, nem Renan, nem Erenice e quem mais? De toda forma essa massa crítica egípcia alterará o globo terrestre. E na medida em que as ervas daninhas crescem... crescem também grupos conscientes. A queda do ditador do Egito é a queda do sistema. Mamute está correto ao falar que esse padrão está em colapso e perdendo força. Só esqueceu-se de dizer que ele também, visto que representa uma das piores faces desse algo que ele arrogantemente condena e integra.

domingo, 30 de janeiro de 2011

O que nos ensina o Egito?


Quem diria então, manifestações sociais nos países islâmicos. Tunísia, Mauritânia, Argélia, Iêmen, Jordânia, Omã e Egito. Se essa onda pega... Coitado do Mamute Armanuclear, amigo de Lula. Um efeito dominó eclodiu naquelas terras tão teocraticamente oprimidas. De repente, num país governado por 30 anos por um ditador se vê sem força, pois a população exige mais do que sua saída. Exige mudança total.
O poder da ditadura está no medo. E a consciência individual o dissolve.  Isso é natural e na hora certa, acontece. Não vai adiantar demitir ministros ou colocar um vice às pressas, como forma de ganhar tempo para impor, posteriormente, o filho Gamal. Não adianta dizer que vai democratizar e blá-blá-blá. Não adianta o estúpido ianque Obama tentar interferir e dizer que ainda quer que o Sr. Muhammad Hosni Said Mubarak na presidência egípcia. Ali é um problema unicamente dos egípcios.
Segundo um estudante egípcio, essas manifestações foram planejadas há um ano. As pessoas podem se organizar e não precisam dessas bostas de partidos para revolucionar suas vidas. Lembram-se do que ocorreu com a hermana Argentina? No início os camaravodkas ficavam com seu bailado de bandeirinhas vermelhas. Depois sumiram, pois a própria sociedade foi às ruas. E no Egito não está sendo diferente. O medo se dilui diante da consciência. É a roda do destino que não volta.
A sociedade egípcia prova ao mundo que o poder está na consciência e que ela é quem transforma tudo. As ditaduras do Oriente Médio, ou melhor, dos dois lados do globo estão de cabelo em pé. Pois o desejo de mudança é grande e esse fato atual é como uma grande lente que canaliza a luz solar para um campo com mato bem seco e ao meio-dia. Obama, Herva Morales, e Mamute Armanuclear...  que se cuidem. Segundo as agências de notícias, TiranoChaves Rex ligou para seus camaradas: Muammar Kadhafi que manda na Líbia desde 1969  e Bashar al Asad que governa a Síria desde 2000; preocupado (e acompanhando de forma especial), com a situação na terra dos faraós.  
 Essa situação me faz relembrar um texto de Marizilda Lopes, que agora passo para vocês refletirem: “Quanto mais os atos desumanos e violentos mostrarem-se pela ostentação, ações ilegais, discórdia, orgulho, excessos, exageros de todos os tipos, por indivíduos e grupos motivados pela hipocrisia, tanto maior será o número de pessoas que despertarão para uma única realidade: caminhar pelas próprias pernas, não se permitindo envolver pelas ilusões daqueles que insistem em manter o poder pelo domínio, a crítica negativa, o julgamento e a comparação de verdades. O domínio só será sustentado enquanto houver pessoas que acreditem nele, pois crer é o mesmo que se submeter”.

Mais uma da terra do amigo lulista Mamute Armanuclear


Luslisticamente falando, temos que respeitar as leis iranianas, menos as italianas.... Claro. Mas, lá no Irã do ditador-amigo Mamute Armanuclear, nesse domingo, dois homens foram condenados pela InJustiça  iraniana à morte, sob a acusação de criar e administrar dois sites pornográficos. Tá... Eu queria uma justiça dessa para julgarmos a nossa corrupção nacional.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Palavras de Siddarta Gautama - Buda.

Um texto tão antigo e tão atual, já que vivemos na era das ilusões e dos cantos das sereias políticas, econômicas e religiosas.


“Não acredite no que você ouviu; não acredite em tradições porque elas existem há muitas gerações; não acredite em algo porque é dito por muitos; não acredite meramente em afirmações escritas de sábios antigos; não acredite em conjecturas; não acredite em algo como verdade por força do hábito; não acredite meramente na autoridade de seus mestres e anciãos. Somente após a observação e análise, quando for de acordo com a razão e condutivo para o bem e benefício de todos, somente então aceite e viva para isso.”

Tá no Blog do Jamildo: Prefeito de Igarassu multado por falha na gestão fiscal

Eis o link

http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/01/27/prefeito_de_igarassu_multado_por_falha_na_gestao_fiscal_90401.php

domingo, 23 de janeiro de 2011

Ciao Cesare


A linha “Coitadinho”, tão usada pelo PeTismo agora contagiou o italiano Cesare Battisti. A recente decisão do Parlamento Europeu e a possível revisão do caso pela Justiça brasileira (segundo o ítalo-homicida) é uma manobra da direita para prejudicar o governo de Dilma. Ele chegou até ao absurdo de dizer que derrotá-lo (extraditá-lo) seria derrotar Lula. Quer dizer, nesse caso, derrotar Dilma. Tudo isso é manobra das forças do retrocesso, e “ele virou uma moeda de troca”. Coitadinho dele. Mas, espera aí...  Se isso é verdade, não era assim que agiam os grupos esquerdistas? Usavam pessoas como troca para libertar A, B e C?
Cessare Battisti é um problema da República Italiana. É a ela e ao seu povo que ele deve satisfação pelos seus atos. Não dá para engolir (só se eu tiver tomado dois quartinhos de pinga), que a Itália, o Parlamento Europeu e o Judiciário brasileiro estão conspirando mundialmente para prejudicar os governos revolucionários e democráticos que lutam por um mundo mais justo, fraterno e igualitário, como o Brasil, a Venezuela do TiranoChaves Rex e a Bolívia do Herva Morales. E sem se esquecer de Mamute Armanuclear (Irã), que é perseguido pelo grande satã (Estados Unidos); e que persegue os iranianos. Coitadinhos.
O Vitimismo é uma cortina de fumaça que tenta, e muitas vezes consegue encobrir fatos. Será que a Itália não tem suas razões legais para pedir o retorno daquele cidadão? Será que temos direito de nos meter na casa do vizinho? Quando estouraram o Mensalão e apareceu uma cueca genuinamente dolarizada... Por qual motivo Lula não segurou a peteca? Tudo não era perseguição da Direita opressora? Mesmo? É normal que partido na oposição (isso inclui a Esquerda) faz de tudo para enfraquecer a imagem do oponente... Mas só foi isso mesmo? O Mensalão foi uma farsa opressora ou revelou a corrupção vermelha?
Então, dar permissão a alguém que entrou “clandestinamente” no Brasil com “documentos falsos” e com “quatro homicídios nas costas”, é fazer um mundo mais justo? Vamos manchar a imagem de nosso país por causa dos caprichos esquerdistas? O caso Battisti não é uma arma da Direita, e sim uma bomba jogada pelo próprio Lula no colo da atual presidente. Ele afirmou que não deixaria para a sua sucessora um desgaste desses. Foi mesmo? Cesare não é: um coquetel Molotov, uma mina terrestre ou uma granada do passado. É uma bomba diplomática atual. Vamos pressionar. Ciao Cesare.  

sábado, 22 de janeiro de 2011

Blogando

Estou feliz, pois hoje verifiquei dois acessos internacionais no meu blog. Um de Assunção, capital do Paraguai (sei que foi meu amigo Paul);  e um de Miami, EUA. Nesse caso, será que foi Obama kakakakakakakakakaka. Bem, se foi... Obama quero lhe dizer que não sou o cara. Sou Edmario kakakak
Bom fim de semana.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Nem se fosse um despacho na encruzilhada.


Por 83 votos a favor, um contra e duas abstenções, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução pedindo ao Brasil que revise sua posição sobre a extradição do italiano Cesare Battisti. Lula saiu e o pacote-bomba ficou para a sua sucessora. Antes foi apenas a Itália, agora é a Comunidade Europeia que pede a extradição. Na Itália, o terrorista foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato de quatro pessoas, quando integrava o grupo radical: Proletários Armados pelo Comunismo na década de 1970.
Já que segundo a visão lulista para um mundo mais petista é que as pessoas devem respeitar as leis iranianas. É justo também, que respeitemos as leis italianas e extraditemos esse “ebó sinistro” para o seu terreiro de origem. Lá no Irã do Mamute Armanuclear, por exemplo, mulheres condenadas por adultério morrem apedrejadas e gays são enforcados em praça pública ou jogados de penhasco. E também, ladrão no mundo islâmico tem as mãozinhas cortadas. Poxa, seria muito nego cotó das mãos, se isso valesse no Brasil. Mas aqui temos uma forma mais eficiente de cortar mãos, pés e outras coisas: o voto.
O caso Battisti chegou ao Parlamento Europeu. Será que vai para o Tribunal Internacional de Haia? E agora José? Aliás, e agora Dilma? Vai desarmar essa bomba e ficar com essa cápsula de Césio? Ou Irá respeitar a resolução europeia? A Sra. manda na sua casa, assim como eu mando na minha. Então poderíamos nós mandar nas decisões italianas? Despache o ebó sinistro.

Redação selecionada no concurso de redação da Unesco/Folha Dirigida de 2007.


Tema da redação: Como vencer a pobreza e a desigualdade
Autoria: Edmario (Hedi)

A Unesco/Folha Dirigida promoveram o concurso de redação para universitários - 2007. Os 100 trabalhos selecionados integram um livro trilingue (português, inglês e francês). O lançamento oficial foi na Academia Brasileira de Letras - 10/12/2007, no Rio de Janeiro. E o lançamento internacional foi em maio de 2008, na sede da Unesco, em Paris - França. Os livros foram distribuídos para bibliotecas de 191 países.

Redações enviadas: 41.329
Selecionadas para compor a coletânea: 100 (sendo 10 de Pernambuco).

Quem quiser copiar o livro em pdf, acesse:
unesdoc.unesco.org/images/0015/001576/157625m.pdf

REDAÇÃO EM PORTUGUÊS

Como vencer a pobreza e a desigualdade? É fácil responder isso. Os que sempre fizeram essa pergunta têm a resposta. Quem tem a resposta precisa apenas agir coletivamente. Mas, como esperar esse tipo de iniciativa por parte das estruturas políticas, econômicas e religiosas que vivem se digladiando em nome do poder, do dinheiro e da miséria? Como querer sombra num deserto ao meio-dia, que suga todas as águas e impossibilita o crescimento das árvores?

Melhor do que tentar vencê-las é compreendê-las para depois transcendê-las. A pobreza e a desigualdade são mazelas da nossa sociedade de consumo. São parâmetros da cultura do ter, que classificam e separam as pessoas pelo que elas possuem. E, na condição de parâmetros, são necessárias à manutenção atual dos sistemas estruturados na antiqüíssima exploração humana, que hoje se diferencia apenas pelo jogo de palavras e imagens.

Será que podemos negar o fato de que elas justificam e garantem o sucesso dos empreendimentos ideológico-financeiros de grupos minoritários do topo da pirâmide social? Eis as guerras, as copas mundiais de futebol e a competitividade, exemplos claros dessa lógica belicosa de mercado; desse tipo de desenvolvimento que concentra renda e favorece a uns poucos em detrimento de uma maioria, que vive na base dessa mesma pirâmide.

Mesmo assim, há os que, na base, defendem, reforçam e mantêm, por décadas, a vigência dessas chagas na coletividade. Isso é reflexo da ideologia do ter, da ilusão do possuir e do diferenciar-se do outro. Consequentemente, a pobreza e a desigualdade enraizaram-se no inconsciente coletivo e transformaram-se, ao longo do tempo, numa plataforma, num sistema operacional validado para as relações humanas e, principalmente, econômicas.

Mas, se de um lado elas garantem o progresso material de grupos minoritários, do outro, fomentam o progresso humano, que é gestado na polifonia social dos seres, com sua troca de experiências e impressões sobre o mundo e as coisas. É neste grande jardim de pensamentos e ações que a imposição cultural do espírito mercantil se dilui. E abre os caminhos para as alternativas de desenvolvimento sustentável e para o raiar dos valores mais nobres do ser.

Então, diria que, para vencê-las, devemos nortear nossas relações pelos valores humanos e não mais pelos econômicos. Esses últimos transformam o homem em algo descartável e agente poluidor, garantindo-lhe apenas a pobreza e a desigualdade; distorcendo, assim, sua condição natural de “ser”. E somente como ser humano é que podemos reconhecer-nos nos outros e viabilizar uma sociedade melhor, que contemple as pessoas do hoje e do amanhã.

Vencê-las não é criar novas guerras, novos estratos, novas formas sutis de exploração e comodismo. É sermos naturais e trabalharmos no vazio da mente, berço de todas as coisas materializadas pela comunidade planetária. É desenvolver uma educação humanitária e pacífica. É aprender e se espelhar na natureza que provê; no sol que brilha; na água que sacia e nos alimentos que nutrem, incondicionalmente todas as pessoas que deles necessitam.

Na condição de ser racional, utilizei trinta e cinco linhas para dissertar sobre como vencer a pobreza e a desigualdade. É dessa forma, com muita fala e pouca ação, que reagimos às problemáticas sociais. Mas, como ser humano que ousa experienciar, utilizo apenas uma palavra: o Coração, que aliado à racionalidade, é a força-motriz para dissolver esses males. E, à medida que as pessoas permitem-se auscultá-lo, a prosperidade começará e a Paz também.

REDAÇÃO EM INGLÊS

How can we stop poverty and inequality? It is easy to answer that. The ones who always make the same question have the answer. And the ones who have the answer should only act collectively. But, how can we expect such initiative from the political, economical, and religious structures, if they are only fighting between them for power, money and misery? How can we expect to find a shade in the desert at noon, when the desert ends with all water sources and prevent trees from growing?

Better than try to beat it is to understand it and then overcome it. Poverty and inequality are stains of our consumption society. Both are parameters of the "must have" culture, classifying and separating people for what they have. As parameters, both are necessary to maintain the systems built over the historical human exploitation, which are different only because of the new use of words and images.

Can we deny that poverty and inequality justify and warrants the success of financial and ideological enterprises of small groups at the top of the social pyramid? There are the wars, the world cups and competitiveness, clear examples of the market's war logic, of the development that concentrates incomes e favors a few to detriment of many people who are at the basis of the pyramid.

Even though, there are some people in the pyramid basis who are protecting, reinforcing and maintaining – for decades – this collective wounds. This is a reflex of the "must have" ideology, of the illusion to possess something and then become different from the others. Consequently, poverty and inequality took roots at the collective unconsciousness and became, with the passing of time, a platform, an operational system validated for human relations and, most of all, economic relations.

If, from one side, these people warrant the material progress of small groups,from the other, they provide human progress, which is based of social multiplicity of human beings, sharing their experiences and impressions about the world and the things. It is here, is this large garden of thoughts and actions that the cultural imposition of the mercantile spirit is diluted, Opening the ways to sustainable development alternatives and to raise more noble human values.

So, I would say that, to overcome it, we must guide our relations by human values instead of economical values. The latter transform man in something disposable and in a pollutant agent, warranting him only poverty and inequality, thus distorting is natural quality of "being". Only as human beings, we can manage to recognize us one in the other and build a better society, which contemplates people from the present and the future.

Overcome it doesn't mean to create new wars, new stratums, new subtle forms of exploration and complacence. We must be natural and work our minds emptiness, which is the start of all material things in the planet's community. We must develop a humanitarian and peaceful education. We must learn how to reflect ourselves in the nature that supplies, in the sun that shines, in the water that satiates, in the food that feed, unconditionally, us, the people who need all of it.

As a rational being, I have used 35 lines to write about overcoming poverty and inequality. It is in that way, with too much talk and too little action, which we react to social issues. But, as a human being who dares to experience, I will use only one word: Heart, which, allied to reason, is the motor to stop these evils. When people start to listen to their hearts, prosperity shall come, and Peace shall come.


REDAÇÃO EM FRANCÊS

Comment vaincre la pauvreté et l'inégalité? C'est facile d'y répondre.
Ceux qui ont toujours pose cette question ont la réponse. Celui qui a la réponse doit à peine agir collectivement. Mais, comment espérer ce genre d'initiative de la part des structures politiques, économiques et religieuses qui vivent dans la lutte au nom du pouvoir, de l'argent et de la misère? Comment vouloir de l'ombre dans un désert à midi, qui aspire toutes les eaux et empêche la croissance des arbres?

Mieux qu'essayer de les vaincre c'est les comprendre pour ensuite les transcender. La pauvreté et l'inégalité sont les maux de notre société de consommation. Ce sont des paramètres de la culture du " posséder ", qui classent et séparent les personnes par ce qu'elles possèdent. Et, dans la condition de paramètres,sont nécessaires à la manutention actuel des systèmes structurés dans la très ancienne exploitation humaine, qui aujourd'hui se différencie à peine par le jeu de mots et images.

Pourra-t-on nier le fait qu'elles justifient et assurent le succès des entreprises idéologiques et financières de groupes minoritaires du sommet de la pyramide sociale? Voilà les guerres, les coupes du monde de football et la compétition, exemples claires de cette logique belliqueuse de marché; de ce genre de développement qui concentre les revenus et favorise peu de personnes au détriment d'une majorité, qui vit sur la hase de cette même pyramide.

Même ainsi, il y a ceux qui, à la base, défendent, renforcent et maintiennent, pendant des décades, la vigueur de ces blessures dans la collectivité. Ceci est le reflet de l'idéologie de l'avoir, donne l'illusion de posséder et de se différencier de l'autre. En conséquence, la pauvreté et l'inégalité se sont enracinées dans l'inconscient collectif et se sont transformées, au fil du temps, en une plateforme, en un système opérationnel validé par les rapports humains et, surtout économiques.

Mais, si d'une part elles assurent le progrès matériel de groupes minoritaires, de l'autre, stimulent le progrès humain, qui est géré dans la polyphonie sociale des êtres, avec son échange d'expériences et impressions sur le monde et sur les choses. C'est dans ce grand jardin de pensées et d'actions que l'imposition culturelle de l'esprit mercantile se dilue. Et ouvre les chemins aux alternatives de développement durable et au rayonnement des valeurs plus nobles de l'être.

Alors, je dirais que, pour les vaincre, nous devons orienter nos rapports par les valeurs humaines et non plus par les valeurs économiques. Celles-ci transforment l'homme en quelque chose de jetable et agent polluant, lui garantissant à peine la pauvreté et l'inégalité; distordant ainsi sa condition naturelle d"être". C'est seulement comme être humain que nous pouvons nous reconnaître dans les autres et viabiliser une société meilleure, qui considère les personnes d'aujourd'hui et de demain.

Les vaincre n'est pas créer de nouvelles guerres, de nouvelles couches, de nouvelles formes subtiles d'exploitation et de commodité. C'est que nous soyons naturels et que nous travaillions dans le vide de l'esprit, berceau de toutes les choses matérialisées par la communauté planétaire.
C'est développer une éducation humanitaire et pacifique. C'est apprendre et se refléter dans la nature qui approvisionne; dans le soleil qui brille; dans l'eau qui rassasie et dans les aliments qui nourrissent, inconditionnellement toutes les personnes qui en ont besoin.

Dans la condition d'être rationnel, j'ai utilisé trente cinq lignes pour disserter sur comment vaincre la pauvreté et l'inégalité. C'est de cette façon, en parlant beaucoup et en agissant peu, que nous réagissons aux problématiques sociales.
Mais, comme être humain qui ose expérimenter, j'utilise un mot: le Coeur, qui allié de la raison, est la force motrice pour dissoudre ces maux. Et à mesure que les personnes se permettent de l'ausculter, la prospérité commencera et la Paix aussi.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Bolsa Família Celular

Segundo notícia vinculada no UOL, do dia 15/11//2010, às 5h55, um novo sistema será implantado em 2011 e mudará radicalmente o recebimento do Programa Bolsa Família. Os benefícios serão repassados via celular. Os beneficiários terão um novo chip habilitado como cartão de pagamento. Essa nova modalidade certamente reduzirá os custos operacionais para o Governo Federal; e terá um controle ferrenho sobre os seus beneficiários e o comércio. Ninguém vai poder mais comprar: DVD Player, celular, ou cerveja na esquina com o “Bolsa Família”. O sistema não aprovará aquisições fora do objetivo desse programa de inclusão social que visa: combater a fome e promover a segurança alimentar e nutricional; combater a pobreza e outras formas de privação das famílias; promover o acesso à rede de serviços públicos, em especial, saúde, educação, segurança alimentar e assistência social; e criar possibilidades de emancipação sustentada dos grupos familiares e desenvolvimento local dos territórios. Certamente, o sistema gerará relatórios sobre as aquisições autorizadas e não autorizadas sobre cada benefício, facilitando uma melhor fiscalização. Isso acabará com o grande desvio de objetivo, que sempre ouvimos falar nas ruas e paradas de ônibus; de pessoas que compram DVD Player, cervejas, e muitas porcarias, enquanto a meninada passa fome. E para quem for do comércio e quiser vender seus produtos terá que se regularizar e/ou cadastrar-se.
Se for colocado em prática será um avanço no controle dos gastos públicos. E já que a União foi tão organizada para projetar isso, poderia também ampliar esse controle para os convênios públicos entre os governos nas três esferas com empresas e ONGs. Poderia se criar o CadBRAS - Cadastro Nacional de Fornecedores e Prestadores de Serviços da República Federativa do Brasil. Quem quiser fornecer produtos ou serviços para prefeituras, estados e União através de licitação, deve ser cadastrado nele. Cada empresa receberia seu “Chip Controle”. As Ordens de Serviço ou outros documentos de pagamento poderiam ser gerados pelo sistema on-line, a exemplo da nota fiscal eletrônica. Se o governo pode fazer esse controle com os pobres, que faça com os ricos também.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O Cinto

Sábado passado, 15/01/2011, revolucionei minha vida mais uma vez. Comprei um cinto. Sim, um cinto. GG, claro! Deve ser o primeiro ou no máximo, o segundo de minha vida. Já que tenho uma vaga lembrança de um amarelado que usei na adolescência. Um pequeno ato, um pequeno detalhe que muda tanto a vida de alguém. A necessidade surgiu por conta dos dois meses de academia. As roupas estão folgadas e ficam caindo. Caíam sempre, mas agora, com mais frequência. Urgia então, a compra de um acessório. As roupas agradeceram.
Assim, eliminei de vez a incômoda situação de “virou-mexeu”, ter que sungar as bermudas e calças, e ainda ficar mostrando o cofrinho. Lembro-me da “facul”, quando diziam “Ed, olha o cofrinho”. Poxa, se tivesse pedido durante os quatro anos de estudo, uma doação de R$ 1,00, toda vez que essa frase chegava aos meus ouvidos; já teria no mínimo, feito um curso complementar na área de publicidade. Entretanto, como águas passadas e evaporadas movem novamente os moinhos; tudo vira aprendizado e nos faz despertar.
O que estaria por trás daquele hábito de sungar calças, bermudas e expor a região “feofônica”? Desleixo? Frescura? Calor? Algum resquício primata? Uh! Uh! Uh! Ou seria medo de segurar, ou melhor, representaria aquele ato o medo de posicionar-me perante a vida e as pessoas, no que se refere às minhas verdades e valores? Sei lá! Mas uma coisa é fato, ao usar o cinto senti-me mais seguro: protegendo minha superpoupança; eliminando os ruídos psicológicos do “Ed, olha o...”; e do ponto de vista mental, estou mais centrando fisicamente.
Transcendi e aprendi com um “aparente” incômodo, que na realidade poderia ser uma representação da minha postura diante do meio em que vivo. O corpo fala e até um peido revela algo! A comunidade canina sabe bem o que estou falando. Por fim, a questão é estarmos disponíveis para compreender e ir além das aparências desses incômodos, que são nossos mestres e que emitem mensagens reveladoras sobre nós. Observe-se! Invista alguns minutos do seu cotidiano para comunicar-se consigo. Seu corpo tem tanto a lhe revelar.
Boa leitura. Bom aprendizado.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Mensagem para a semana

Mais um ciclo de sete dias se inicia amanhã. Ou seja, mais um período de oportunidades para vivenciarmos os momentos e com isso, defirnirmos o que queremos para as nossas vidas. Viver a mesmice é opcional, assim como agir. Cabe a nós então decidirmos e a Vida sempre nos apoiará nessas decisões de estagnação ou movimento. Pense nisso e viva o hoje. Como dizem os indianos, se você vive no passado, prende-se à culpa por ter feito ou não alguma coisa. Se vive no futuro, prende-se à ansiedade por algo que pode vir ou não a acontecer. E se é para viver enter o que se foi ou o que poderá vir, melhor então, viver o presente no presente. Movimente-se!