Considerando manter a decência pública, pondo juízo nos “feofós” malauianos, o Parlamento do Malauí, país africano, está pensando em restaurar uma lei colonial, que proibia peidar em público. O ministro da Justiça e de Assuntos Constitucionais, o Sr. George Chaponda falou numa rádio daquele país: “Por acaso querem que as pessoas soltem peidos em qualquer lugar?” O ilustre representante ainda culpou a liberdade e o multipartidarismo como indutores das “peidanças” em qualquer canto. Segundo aquele sábio, as pessoas podem ir ao sanitário e lá expressarem-se analmente. Avisou ainda aos “peidões” que se aprovada a lei, haverá multa e os peidos serão qualificados como um delito menor. Agora está nas mãos dos deputados a decisão. Em 1929, quando era ainda colônia britânica, a lei foi promulgada, mas ninguém foi condenado. Eu sendo os “feofós” malauianos faria no dia da votação, um ato de silêncio por 48 horas.
Isso parece brincadeira, em pleno Século XXI, um parlamento nacional perder tempo para oprimir o direito expressar-se no baixo-ventre de sua população. Espero que essa moda não pegue no Brasil. Pois, se assim o for, o governo teria uma nova e grande receita extra em seus cofres. E de repente, os shoppings e restaurantes poderiam coletar esses gases nos wcs da vida e armazená-los como uma forma de energia alternativa. Abaixo à opressão ao direto de peidar.
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